O seu cérebro, o cisne negro, a vaca roxa e Lady Gaga

O que esses seres ímpares têm em comum?

O Cisne Negro, segundo o autor Nassin Nicholas Taleb, é um evento que possui três atributos básicos: primeiro está fora dos padrões, é algo que escapa ao que é esperado de um negócio, empresa, serviço, produto ou pessoa; segundo causa um grande impacto quando aparece ou é percebido e terceiro apesar de ser algo totalmente novo faz com que nossos cérebros encontrem uma explicação para sua aparição, transformando-o em algo totalmente previsivel e explicável. Mas só depois que ele aparece, lógico.

Resumindo: algo único, de grande impacto e com previsibilidade retroativa (adoro essa expressão, é o famoso “como ninguém pensou nisso antes?”)

Já a vaca roxa é um conceito desenvolvido por Seth Godin (visite o blog!) que sugere a diferenciação extrema nos produtos e serviços. Ele exemplifica que se você estiver em uma estrada e passar por pastos ao longo do caminho, pode até prestar atenção nas vacas mas, repetição após repetição, cada vez mais sua atenção e distinção de cada animal será menor chegando as vezes até a anulá-las da paisagem. Não interessa se uma vaca em especial é saudável ou não, se ela dá muito ou pouco leite, se é uma grande campeã ou apenas uma humilde ruminante anônima.

Isso acontece também nos negócios. Com a massiva oferta de produtos ou serviços muito parecidos ( a chamada comoditização) cada vez mais sua empresa se iguala a uma vaca. Seja ela especial ou não.
Agora imagine que durante essa mesma viagem você se depara com uma vaca roxa, pastando calmamente junto a outras vacas. Qual seria sua atitude? Prontamente prestaria muito mais atenção. Provavelmente comentaria com os passageiros, talvez até parasse para tirar uma foto. E sem dúvida contaria para quem você encontrasse depois.

E Lady Gaga? Bem, essa mistura de madonna, marilyn mason, bjork, britney spears e eticetera fez justamente isso. Transformou-se em um belissimo cisne negro adotando a teoria da vaca roxa. Acabei de ver um video dela no youtube na época em que era apenas uma cantora comum (assista aqui), voz maravilhosa, rosto bonito, música boa. Mas tudo isso não bastou. Ao assistir ao video pergunte-se: Com quantas outras cantoras de diversas épocas eu poderia compará-la? A resposta que aparece é uma enxurrada de nomes de sucesso. Agora veja este video de Lady Gaga (aqui) e faça-se a mesma pergunta.

E seu cérebro com tudo isso?

Simples. A porta de meu escritório tem 1,93 de altura!


Confuso? Pois a simples inclusão de uma frase totalmente fora do contexto fez com que seu cérebro disparasse uma série de processos de identificação e enquadramento em busca de significado que o fizeram mais atento e curioso. Ele passou a utilizar mais recursos, neurônios e sinapses do que o que vinha usando até agora para ler este artigo e muito provavelmente até sua satisfação aumentou.
Megahiperultradica:

Confusão cria

atenção que cria

compreensão que cria

atração.

Incrível né? Portanto pegue seu balde de tinta roxa, cola, penas negras e a roupa mais bizarra que você tiver em seu guarda roupa e vá a luta! (ou será que você é apenas uma mimosa?)

Afinal, o céu é azul pela reflexão da luz nas particulas de oxigênio! (confuso de novo? hehehe)

Bjs, abs e piparotes!

Sobre minissaias, macroatidues e outras avenças.

minissaia

Geisy, Michelle, Loirão, ou simplesmente a estudante da Uniban tem sido a “bola da vez” nos folhetins e shows bizarros de nossa contemporânea mitica midia.

Para quem não sabe (ou estava vivendo isolado em uma ilha) Geysi é uma estudante do curso de turismo que foi hostilizada por uma faculdade inteira – centenas de alunos gritando “pura! Pula! Puxa!” ou algo que rime com isso e eu não lembro ou não me atrevo a reproduzir para não acordar o “pelotão da moral e dos bons costumes” – e só porque estava usando uma minissaia.

Como? Por causa de uma minissaia? Uma legião inteira de jovens se voltou contra uma pobre e indefesa aluna que queria apenas obter seu curso superior e viver uma vida intelectual academica? Não pode ser. Justo no Brasil onde vangloriamos a poucaroupicie, a extravagância vestimental, a celebração carnavalesca hedonística. Deve ter algo mais. Tem que ter algo mais.

Na TV, nos blogs e no twitter (sempre ele) o foco na maioria das vezes foi a minissaia. O comprimento, a cor, o jeito, se podia ou não podia, se era roupa pra ir a faculdade, se eu usaria, eticetera e tal.

A conclusão foi que a minissaia não tinha nada demais. Que a Geysi não tinha nada demais e foi agredida por ser bonita e vistosa. E que a horda da uniban era uma cambada de desocupados, mal intencionados, a serviço do diabo, em forma de pelotão de higienização moral. Uns déspotas! Mas… Deve ter algo mais. Tem que ter algo mais.

E tinha. http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=15724568635266544385

Uma breve visita ao orkut da vitima, quero dizer Geisy, já nos recebe com um belo “Loirão, tenta quem sabe você consegue” ao olhar as fotos dos amigos uma série de rapazes seminus em poses sexys e um pouco mais abaixo as comunidades, no mínimo, interessantes. Como por exemplo:

- é inveja? Te fode meu bem!
- Te humilho? Desculpa…
- Eu não ando. Desfilo…
- Sou gostosa! Fazer o que? Eu posso!
- Sou safada mas sou fiel
- Te incomodo? Que pena…
- Coitada, quer competir comigo…
- O Importante é causar

entre outras tantas, que se não provam nada, pelo menos dão uma pista.
Juntei isso a alguns comentários em entrevistas do tipo: “os próprios funcionários da faculdade acharam merecido o que aoconteceu”, “quem a geisy? Tava demorando…”, “só podia ser com ela mesmo…” entre outros do gênero.

Será então que o ódio, a histeria coletiva dos alunos teria sido causada mesmo por uma minissaia? Ou talvez a ínfima peça de roupa tenha sido apenas “a gota d’agua”?

Talvez a atitude de enfrentamento, exposição, provocação e instigação tenha sido mais potente que apenas o tamanho de uma roupa… não que esse tipo de comportamento tenha levado todos os alunos a odia-la. Talvez apenas alguns (ou algumas).

Está claro que houve uma histeria por contágio. Mas não terá a midia e todos nós entrado numa outra histeria coletiva? Demonizar uma pessoa sem saber as razões é diretamente proporcional a santifica-la sem procurar seus antecedentes. De que lado do erro você ficou?

Minha conclusão: nesta história não há culpados, apenas vítimas.

Uma menina de 20 anos de idade, vítima de uma horda de arruaceiros sem escrúpulos e que não souberam entender suas necessidades e desejos. Ela só queria ser notada, talvez quisesse demais, mas apenas isso.

Um grupo de estudantes que foi massacrado e rotulado como crápulas inquisitórios com suas fogueiras celulares aos gritos de “luta, luta” (ainda acho que não foi isso que eles gritaram, mas tudo bem…). Eles só queriam ser notados, talvez quisessem demais, mas apenas isso.

Cada um de nós que deixou que a opinião não embasada e sem referências nos orientasse o pensamento e, principalmente, o julgamento. E o pior: tudo isso em busca de um pouco mais de audiência (não seria o mesmo que buscava geisy?). A midia só queria ser notada, talvez um pouco demais, mas apenas isso.

Enfim, essa discussão toda nunca foi em relação a uma minissaia e sim sobre as atitudes da Geisy, dos alunos, da midia, minha e sua.

Aquilo que a minissaia mostrou, só serviu para esconder tudo aquilo que deviamos realmente nos envergonhar…

Pra finalizar, a vítima da uniban vai fotografar pelada e talvez até apresentar programa na TV. E continuo com a campanha em favor da liberdade de vestir! Sugiro que as mulheres saiam com roupas infimas para protestar contra essa falsa moral que assola o país! (ha, sei lá, vai que cola né?)

Acho que vou entrar em uma das comunidades que vi no orkut da Geisy:

- Te incomodo? Que pena….

Bjs, abs e piparotes!!!!

Motivação em vendas (parece piada mas acontece).

Assista ao video, leia o conto e compre os livros. (mas não diga que fui eu quem indicou)

Imagem de Amostra do You Tube

Curto conto motivacional fictício baseado ou não em fatos reais que podem ser imaginários.

A história descrita abaixo é uma obra de ficção e qualquer semelhança com personagens, fatos ou locais terá sido mera coincidência. (ou talvez tenha acontecido e eu to me resguardando juridicamente, vai saber…)

Convenção de vendas de uma grande empresa multinacional. Pacote completo: Pleno verão, Resort no nordeste, 400 empregados com tudo pago, sala plenária decorada da cabeça aos pés, brindes, camisetas, fotos e uma arrojada campanha de incentivo de vendas… resumindo: algumas centenas de milhares de reais investidos (ou seriam gastos? Você decide ao final deste conto).

Na sala anexa a plenária, o VP de RH, o Presidente da empresa, o Diretor de comunicação e eu estamos em reunião de alinhamento final. Repassamos o roteiro, discutimos as abordagens, Revimos a campanha de incentivos. Tudo pronto. perfeito. Vamos começar!

Foi quando veio a frase de ouro: “Vamos colocar a cenoura na frente do burro” disse o VP de RH referindo-se ao incentivo de vendas que foi imediatamente complementado pelo Diretor de comunicação “Porque aí no resto do ano a gente bota atrás”. E todos caem na gargalhada… E o Presidente acrescenta “Quero ver a cara deles quando eu anunciar as metas desse ano!” e entramos na plenária felizes e sorridentes.

E foi o que eu fiz. Durante intermináveis segundos olhei para a “cara” da platéia. A vontade que eu tive era de simplesmente contar o que eu havia acabado de ouvir e sair andando. Não dava. Eu era o entregador da cenoura. Pelo menos da que ia “na frente do burro” Porque a que ia atrás o Presidente tinha escrito em seu discurso.

45 minutos foi o que durou a felicidade daquele povo.

E essa era apenas a primeira manhã de três dias naquele maravilhoso resort com tudo pago onde todos ficavam confinados o dia inteiro em plenária e embebedavam-se o noite em festas Temáticas. Se não me engano acho até que vi o diretor de comunicação fantasiado de cenoura…

E viveram infelizes para sempre.

Moral da história:

Hoje não tem moral da história. não tem ensinamento que possamos tirar. Não tem dica de resiliência ou superação de obstáculos. Apenas espanto, repúdio e lamentação.Mas…

Querem saber o que aconteceu depois?

O VP de RH arrumou um emprego melhor ainda graças a um Head Hunter  a serviço de um banco.

O Presidente aposentou-se por ter atingido a idade limite para ocupar o cargo e agora prestava consultoria a peso de ouro.

E o Diretor de Comunicação nem voltou pra SP, enrolou-se com uma garçonete do resort e hoje tem um quiosque de batidas na frente da praia. ainda tem a fantasia de cenoura guardada, afinal nunca se sabe…

E os empregados devem estar em outro Resort, com tudo pago, esperando o início de mais uma super convenção!

Bem vindo ao Mundo Corporativo!


Indicação de leitura: (não remunerada, são bons mesmo!)
agenda_livro_AGO08
PODER S.A. de Beto Ribeiro

200full-arte-da-guerra-para-quem-luli-radfahrer
A ARTE DA GUERRA PARA QUEM MEXEU NO QUEIJO DO PAI RICO de Lulli Radfaher

A síndrome da retórica Olímpica.

“A Olimpíada de 2016 será realizada na cidade de….Rio de Janeiro!”

Risos, choros e velas em Copenhague, sangue, suor e lágrimas em Copacabana, #chupachicago no twitter!

A Alegria e euforia tomam conta dos meios de comunicação, é jornalista chorando, comentarista aplaudindo, convidado falando “eu já sabia”. De repente começam a pipocar no twitter (sempre ele) uma ou outra menção de desgosto pela conquista.

“O Rio não merecia a Olimpiada”, “aposto que vão roubar mais que no Pan”, “o Lula vai utilizar isso pra reeleição”, “vai começar a roubalheira”, “com tanta favela vai se gastar dinheiro com uma coisa dessas” e eticetera e tals.

Seriam os autores desses comentários os japoneses, espanhóis, americanos desgostosos pela derrota e que,como todo mal perdedor, tentavam desqualificar o campeão? Não. Eram Brasieliros, eramos nós, era você.

E os comentários vinham em tom de fúria, de desagravo, agressão, picuinha, desdém. O que é isso pessoal? Sem nem estourar uma champanhe? Sem comemorar? Sem dar pulos de alegria? Sem gritar um delicioso “a olimpiada é nossaaaaaa!!!!” Não .

Nossos retóricos olimpicos já estavam treinados e prontos. Até sugestão de mascote já tinham, podia ser o Dadinho (dadinho o carai meu nome é zé pequeno!). Só reclamação, retórica, crítica vazia.

E sei lá porque razão isso me lembrou o dia a dia das empresas. Lá também existem os atletas da retórica. Não importa se a noticia é boa, ruim, mais ou menos ou nada disso. Os arautos do desânimo estão sempre a postos. A empresa conquistou um novo cliente? “xiii lá vem mais trabalho sem aumento de salario”, os processos vão se modernizar? “quero só ver a m… que vai dar”, vamos mudar de endereço? “agora que ferrou de vez”, um amigo foi promovido? “vai acabar com o depto em dois meses” e outros bla bla blas corporativos negativos destrutivos. (sei que não fui inventivo, nessa frase criativo mas a idéia é ser pró ativo e com isso ganhar o seu crivo)

Onde estávamos mesmo? AH sim, as criticas.

Sempre tem um profeta do apocalipse acabando com toda e qualquer chance de comemoração plena e inocente. Não que os críticos estejam errados em seu conteúdo, mas equivocaram-se no momento de aplicação. Há hora e lugar para tudo. No dia do anúncio, vamos comemorar. Celebrar o posicionamento do Brasil rumo ao primeiro mundo. Nos orgulhar de sermos o primeiro país da américa do Sul a sediar uma olimpíada. Fantasiar com as benesses que podem acontecer ao nosso querido, maravilhoso e abençoado por Deus país tropical.

Querem criticar? Tudo bem. Critiquem. Mas não a crítica pela crítica. Façam um pequeno esforço e tentem anexar `a crítica uma possivel solução. Quem sabe uma saída? Não vi um tweet que apresentasse uma opção ao que estava sendo criticado.

Ai fica fácil né? “Eu só preciso falar mal, encontrar uma solução não é minha parte” To cansado de ver neguinho falar mal e sequer apresentar uma alternativa. Reclamar é fácil, quero ver fazer diferente, fazer melhor. É disso que precisamos. Alternativas. Caminhos possiveis a seguir.

Duvido que algum dos atletas da reclamação se prontificou a seguir os gastos olimpicos (ou do Pan), a participar ativamente da politica (mesmo que em seu circulo social) para acompanhar se nossos representantes estão agindo a contento, com ética e amor a pátria. Ou até mesmo se interessar em conhecer os meandros de uma eleição de sede de Olimpíada e todos os seus critérios, ajustes, acertos, combinações e desdobramentos.

Nem sei mais se to falando da olimpíada ou da empresa. Aliás não to falando nem um nem outro. Eu to é criticando a crítica. e te desafio:

Faça um teste. Nesta semana para cada crítica que você fizer emende uma solução ou alternativa.A cada crítica que você ouvir pergunte “E o que você acha que podemos fazer pra melhorar isso?”

Essa é a verdadeira crítica construtiva. A que mostra um jeito de limpar e não a que aponta a sujeira. Isso é participar. Isso é querer que as coisas mudem. Isso é fazer algo para o mundo em que você vive melhore.

Criticar sem mostrar alternativas é igual a dar esmolas no semáforo. Não resolve a vida de ninguém mas tira o peso e a responsabilidade da sua consciência. Afinal de contas você não tem nada a ver com isso né? Quem criou o problema que resolva. E se não resolver eu vou no twitter e reclamo! Ah se reclamo…

bjs, abs, piparotes , criticas e soluções pra vocês!

Planejamento de Carreira – Parte II – Aprecie com moderação, saboreie com vontade!

Na Segunda semana da segunda semana abril do conhecimento (tá escrito certo, lê de novo e vê se entende) fizemos mais um debate sobre planejamento de carreiras, dessa vez na Gráfica da Abril e, entre outros convidados, destaco a participação do Professor Luis Carlos Cabreira da FGV e FDC que deu um show de conteúdo.

Muito do que foi discutido está no post anterior “Planejamento de carreira” e abaixo alguns outros assuntinhos que pipocaram por lá.
Planejar carreira – Não é prever o futuro ou determinar o destino a ferro e fogo. É saber para onde quer ir, sem se desesperar com qual caminho tomar, o importante é o rumo, o caminho se faz ao caminhar. Preparar-se para mudanças (que são as unicas coisas permanentes em nossa vida), executar adequações e corrigir a rota se necessário.
Pense nisso:
As vezes em SP pega-se um caminho mais longo para se chegar mais rápido ao destino, pois o caminho curto está lotado, congestionado, tudo parado…

Network – Vá com calma, é melhor ter dez que você pode contar do que 1000 para incomodar. Segundo O Prof. Cabreira, ususfruir do network é manter relações com as pessoas que você tem uma história de vida, ou seja, pessoas com as quais existe alguma conexão. O fato de você ter o email, telefone ou twiter de alguém não o transforma em seu “networker”. Busque as conexões e não o contato. Será melhor ter dez membros que farão algo por você do que 1000 que sequer notarão sua existência.
Pense nisso:
Lembra das antigas cartelas de rifa? A primeira sempre era a mais fácil de vender e sempre para pessoas que você conhecia. Mas se a cada semana você aparecesse com uma rifa nova o que acontecia? “xi.. lá vem o chato da rifa”
Você é o “chato do network” ?

Carreira em Y – Evoluir na carreira não implica necessariamente chegar a um cargo de liderança ou de gestão de pessoas. Antigamente os colaboradores que eram muito bons naquilo que faziam acabavam sendo promovidos, deixavam de fazer aquilo que mais gostavam e tornavam-se lideres frustrados, tiranos, desmotivados, etc e tals. Muitas empresas estavam perdendo ótimos profissionais e ganhando gestores mediocres. Ao perceber isso as empresas passaram a possiblitar que alguém tenha um desenvolvimento de carreira e seja remunerado com os mesmos beneficios e valores de um cargo de liderança. Converse com seus superiores, com RH, vale tudo. Siga o que te faz feliz. Esqueça o cargo. Até porque daqui a pouco pode nem existir mais cargo…

Pense nisso:

Se você tem um ótimo zelador significa que ele será um excelente Síndico?

Em resumo – Na dúvida vá atrás do conceito, esqueça fórmulas, receitas ou até mesmo de comparar sua trajetória com a de outros. Assim como cada um de nós tem a impressão digital única, da mesma forma é nossa carreira.

Eu penso assim:

Vá em paz, siga sorrindo e viva feliz.
Não queira o mal, ame a todos e seja importante na vida de pelo menos uma pessoa.
Faça o que te deixa feliz desde que isso não entristeça outros. Beije, abraçe e dê pulos de alegria.
Reclame pra buscar uma solução. Cale-se para evitar uma discussão. Esqueça a retórica e pare de tentar controlar tudo aquilo que é incontrolável.
Faça um elogio por dia, algo ousado por semana, uma coisa nova por mês, arrisque-se pelo menos uma vez por ano e seja único por toda uma na vida.

Atreva-se a ser Você!

Basicamente é isso… fácil falar né?
Bjs abs e piparotes!

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