Dica de vídeo: transformações no estilo de vida

Vale a pena conferir esse vídeo!
Retrato sobre as mudanças no estilo de vida, hábitos das pessoas e tendências para o ano de 2012.

Dica de vídeo: maneiras de se manter criativo

 

Quem não quer uma casa inteligente?

Começaremos esse post com uma pergunta simples: você consegue imaginar sua vida sem nenhuma tecnologia? Deixar de lado celulares, computadores, câmeras digitais e por aí vai? Acho que não né. Pensarmos nessa situação é praticamente impossível se considerarmos o estilo de vida que levamos. Agora as tecnologias estão invadindo, literalmente, nossas residências. São as chamadas casas inteligentes, criadas para trazer conforto e praticidade para nossas vidas.

Até pouco tempo não imaginávamos poder controlar e executar tarefas domésticas básicas à distância. Com a chegada de novos produtos e serviços essa realidade ficou um pouco mais perto de nós. 

O que predomina hoje nas construções mais modernas e que faz a cabeça das pessoas é a automatização de funções. Apagar as luzes, ligar a TV, o som e até mesmo o chuveiro estão se tornando tarefas obsoletas (se é que podemos chamar essas coisas tão simples de tarefas). Já existem sistemas que permitem fazer tudo isso através do seu celular. Para tomar um banho, basta pegar o aparelho e programar o tempo, a temperatura e o fluxo de água. Simples assim. Já para quem prefere um banho de banheira, é possível controlar a emissão de sabonetes e essências.

As fechaduras também ganharam um upgrade. As chaves ficaram para trás e agora elas só se destrancam através da impressão digital. Essa transição não foi meramente para nosso conforto, ela permitiu também que nossas casas se tornassem mais seguras.

Porém se você acha que fazer tudo isso através do celular é um tanto quanto confuso, não se preocupe. Existe a possibilidade de instalar um aparelho que funciona como o “cérebro da casa”, que controla as funções de todos os outros aparelhos instalados. Assim, você poderá controlar o sistema de som, de luzes e o que mais desejar.

 

O feng shui na organização do escritório

As festas de final de ano já passaram. Todos já trocaram presentes, fizeram um balanço do ano que acabou e algumas promessas para o que está começando.  É nesse período em que colocamos tudo em ordem, organizamos a casa e o trabalho.  E se a intenção é proporcionar um ambiente mais agradável para trabalhar, por que não investir na técnica milenar do feng shui?

Já faz um bom tempo que as pessoas apostam em maneiras diferentes e contratam especialistas nessa técnica para, além de realizar as mudanças desejadas, manter a energia positiva no escritório e redirecionar aquilo que existe de negativo.

O feng shui é uma corrente de pensamentos que surgiu na China e que acredita que cada ambiente é dotado de uma energia. Essa vibração pode influenciar o corpo de forma benéfica ou prejudicial. Portanto, o objetivo é sempre preservar o que existe de positivo.

Se você ainda não conhece, mas resolveu aderir essa prática, aqui vão algumas dicas:

- A posição ideal para uma mesa de trabalho é aquela em que é possível ver a porta de entrada, sem estar exatamente e frente a ela.

- Você deve se proteger de quinas de pilares, estantes e paredes que estejam apontando em sua direção. A intenção é desviar o fluxo acelerado de energia e, para isso, a dica é colocar algum objeto entre a quina e você.

- Já em relação ao ambiente: ele dever ser limpo, bem organizado e claro. O ideal é que a luz seja natural, porém, se for artificial, deve ser suave. A luz quente é a mais favorável para criar uma atmosfera confortante.

- Objetos de metal ou multicoloridos inspiram a critividade.

- Por último, o ideal é que o formato da sala seja regular. Formatos irregulares, com quinas e diagonais, devem ser evitados.

Essas foram as nossas dicas para mudar a organização do seu ambiente de trabalho.

Dica de vídeo: IMAGEMAKERS

Curta-metragem sobre ilustração e ilustradores.

A onda agora é o Mapping 3D

As imagens em 3D estão, cada vez mais, ganhando espaço em nossas vidas – filmes foram lançados e TV’s  foram produzidas. Agora as projeções têm ganhado as ruas. Quem andou pela Rua Augusta, uma das mais famosas de São Paulo, nos últimos tempos deve ter notado os desenhos e imagens nos prédios da região.

Embora pareça simples, não é bem assim que acontece. Não basta simplesmente projetar o desenho em uma superfície, como muitos podem estar pensando. O chamado mapping 3D permite sim que façamos a projeção em qualquer lugar, mas para isso acontecer é necessário fazer, primeiramente, um mapeamento do lugar. Esse mapeamento deve ser feito para que a imagem projetada encaixe perfeitamente dentro do locar escolhido, além de impedir que vaze para dentro das janelas. O próximo passo é a criação de um clipe baseado nesse estudo prévio. Feito isso, é só colocar um projetor no mesmo lugar do mapeamento e exibir as imagens em 3D.

É por isso que temos a impressão de que o desenho se encaixa perfeitamente ao lugar escolhido.

Mas será que dá mesmo para projetar em qualquer superfície? Sim! Não precisa ser necessariamente um prédio, pode ser uma casa, uma estátua, um carro, qualquer coisa. Até o Cristo Redentor do Rio de Janeiro entrou nessa brincadeira.

Confira essa projeção realizada no Masp, em São Paulo

Imagem de Amostra do You Tube

E não para por aí não! O mapping 3D invadiu as baladas também. É a primeira vez que a técnica está sendo usada em ambientes fechados aqui no Brasil. O visual é um pouco diferente das intervenções que acontecem ao ar livre, já que a imagem muda a todo instante.

Quer conferir o que foi feito no Rio de Janeiro? Clique aqui

Do fonógrafo ao Ipod

Ouvir música nunca foi tão fácil como agora. Basta acessar a internet para nos depararmos com uma infinidade de opções e termos a possibilidade de baixar a discografia da nossa banda preferida com apenas um clique. Mas será que nossos avós imaginaram alguma vez na vida que tudo isso seria possível? A resposta pra essa pergunta é, provavelmente, não!

Durante o último século uma série de inovações surgiu e fez com que o “ato de ouvir música” fosse incorporado, cada vez mais, em nosso dia-a-dia. Não é mais necessário estar em casa e depender de um aparato gigantesco para pode apreciar o trabalho de algum artista.

O ano de 1877 ficou marcado pela chegada de uma novidade que revolucionou o mundo da música. Thomas Edison inventou o primeiro aparelho capaz de gravar e reproduzir algum som: o fonógrafo. Antes dele, algumas outras experiências já haviam sido feitas, porém não tinha capacidade de gravação.

Cerca de 10 anos depois, um aparelho um pouco mais moderno surgiu. O gramofone, projetado por Emile Berliner, seguia os mesmos princípios do que o modelo anterior. A diferença estava no fato de que este já usava discos de 78 rpm ou goma-laca. Logo depois de emplacar sua invenção, Berliner criou a Gramophone Company, existente até hoje com o nome de EMI Music, considerado, mundialmente, um dos selos mais importantes.

Na metade do século XX, os discos de goma-laca foram substituídos pelos famosos discos de vinil. Eles eram mais maleáveis, resistentes e permitiam a reprodução de um número maior de faixas. A qualidade sonora e a arte presente nas capas foram decisivas para que se tornassem febre no Brasil e no mundo. 

Nesse período, vários tipos de discos começaram a ser produzidos. Os LP’s eram usados gravação de álbuns completos. Já os EP’s continham  4 faixas, sendo possível gravar cerca de 8 minutos de cada lado. E o Single, por sua vez, comportava apenas 4 minutos por parte.

Uma alternativa que trouxe praticidade nas gravações musicais e ainda permitia uma duração maior foram as fitas cassete. Elas foram lançadas, oficialmente, nos anos 60. Uma década depois, a Sony colocou no mercado o, tão popular, walkman.  Essa inovação permitia que a pessoa carregasse o aparelho para onde quisesse. Esse período foi extremamente importante, pois não era mais preciso grandes investimentos para fazer a gravação de uma faixa.

A decadência dessas fitas aconteceu justamente com o desenvolvimentos dos computadores e  surgimento dos modelos digitais, gravados através dos CDs. Os walkmans evoluíram para os modelos de discman. Além disso, os CDs podiam ser lidos através de outros aparelhos, como por exemplo, o cd player.

Já os anos 2000 ficaram marcados pela total pulverização e compartilhamento de todo acervo musical.  Sites na internet começavam a disponibilizar discos completos inteiramente grátis. Além disso, foram desenvolvidos programas especiais apenas para download de faixas. As pessoas tiveram a possibilidade de escolher apenas uma música que gostariam de ouvir, selecionar os artistas, apagar aquilo que não as agradava – tudo isso sem sair de casa.

De olho em todas essas reviravoltas, as empresas concentraram suas atenções na tentativa de desenvolvimento de aparelhos que armazenassem todo esse conteúdo de uma forma simples. Assim, foram criados os atuais tocadores de áudio digital e o mercado foi invadido por uma infinidade de aparelhos, modelos e marcas.

Dica de vídeo: O emprego

Animação que deixa bem claro as relação de hierarquia e subordinação na sociedade. Confira!

Dica de vídeo: Nunca deixe isso acontecer com você

Evite essa situação na sua empresa!

Imagem de Amostra do You Tube

 

 

Produzido pela Robert Half

Crônica: Não quero participar da festa!

Isso é um desabafo! Já vou esclarecer logo no começo para que não exista nenhuma dúvida. Só de pensar no que está por vir já me dá certo desespero. A vontade é de voltar pra cama e pular o dia de hoje. Aposto que você já sabe do que eu estou falando. Sim, hoje é o dia do amigo secreto.

É sempre a mesma coisa. Todo mundo briga o ano inteiro, fala mal, faz fofoca, mas é só chegar dezembro que o espírito de amizade (se é que pode se chamar de amizade mesmo) surge de algum lugar muito estranho e as pessoas decidem que devem ser legais e trocar presentes.

A verdade é que eu acho que a maioria delas, assim como eu, não liga a mínima pra isso e muito menos quer ter que fingir algo na frente dos outros, mas, como sempre tem um infeliz que dá a ideia do amigo secreto, todo mundo acaba ficando sem graça e aceita. Essa é a única explicação lógica para a situação.

Se fosse por mim, eu pularia esse dia do ano. Eu gosto das pessoas com quem eu trabalho (claro que nem de todas), mas a troca de presentes é desnecessária, convenhamos. E não é pelo fato de ficar com medo de errar o presente, ou de que a pessoa não goste, mas sim porque eu sei, e tenho certeza, que algumas pessoas vão errar feio. Vão dizer coisas desnecessárias, comprar presentes desnecessários, e por aí vai.

Claro que eu não tenho nada a ver com isso, se fizer a minha parte, está tudo certo, mas, assim como todo mundo, eu sinto vergonha alheia. E esse é o dia do ano em que ela se manifesta em maior intensidade. Tem sempre aquela pessoa que compra um presente tão íntimo que acaba constrangendo o grupo todo. Ano passado mesmo aconteceu isso. As pessoas começam a desviar o olhar, abaixar a cabeça… e o resultado a gente já sabe.

Fato é, amigo secreto só dá dor de cabeça. Combinar, sortear, sair em busca do presente, ficar todo mundo olhando um pra cara do outro esperando sua vez. A única parte boa é a festa que acontece depois. Mas se bem que o negócio pode ser tão desastroso que no fim todo mundo acaba tendo indigestão.

Posso estar sendo pessimista. Deve existir uma possibilidade (do tipo, 1 em 1milhão) de que tudo corra bem,  de que as pessoas não se comportem de uma maneira que, possivelmente, vai gerar arrependimento pro resto da vida, e que, no dia seguinte, não tenha ninguém se escondendo, pedindo demissão ou, pior, sendo demitido pelos “grandes feitos” na festa de amigo secreto. É… deve existir essa chance.

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